A Corrente da Prosperidade!

O nosso mundo é aquilo que nós vemos! Onde focamos nossa atenção, aí está nossa experiência de vida. Se quisermos que coisas boas nos aconteçam, precisamos cultivar estas boas coisas dentro de nós mesmos, nos nossos pensamentos e também nas nossas atitudes.

Um dia desses, eu estava esperando por um ônibus toda cheia de sacolas, mais precisamente duas sacolas bem grandes e ainda um estante desmontável. Ia para uma feira e iria usar este material todo para trabalhar lá. Quando se aproximou de mim uma mulher que me pediu informações de como chegar à mesma feira.

Forneci a ela todas as informações que precisava, inclusive disse que eu mesma estava indo para o mesmo lugar e poderia orientá-la quando descêssemos do ônibus. Continuamos conversando amenidades em geral, falamos sobre a feira, sobre o local e as pessoas que a frequentavam, neste meio tempo o ônibus chegou, e a conversa continuou animada.

Dentro do ônibus não tinha lugares vagos, então ficamos em pé mesmo. Coloquei o pacote no chão pra conseguir me segurar, continuei com as duas sacolas uma em cada ombro, e a mulher do meu lado, segurando apenas uma garrafinha de água.

Bem simpática, ela falou que era primeira vez que ia àquele lugar, dos produtos que faz pra vender e da sua expectativa com relação ao evento. A certa altura, fez um comentário assim: eu trabalho muito, mas as coisas estão muito difíceis e a gente nunca encontra ninguém para nos ajudar…

Bem, já estávamos chegando ao nosso destino e não quis render muito o assunto com ela não. Tive a impressão de que já tinha doado demais o meu tempo e a minha atenção a alguém que enxergava muito pouco além dos próprios olhos.  Ela estava participando de um evento para vender os produtos que fabrica sem pagar nada pra isto, estava com as mãos vazias porque alguém se ofereceu para levar os produtos dela, conseguiu chegar ao local graças às minhas instruções e não lhe passou pela cabeça de sequer me oferecer ajuda com tantos volumes pra carregar.

Esta era a pessoa que se queixava de que as pessoas não ajudam. Será que não é ela “essas pessoas que não ajudam”?

Sei que o meu exemplo é muito simples. Eu não estava verdadeiramente necessitada de ajuda, tanto que consegui levar tudo sozinha. Mas, a todo o momento, esbarramos com pessoas assim, que costumam achar que estão sendo tratadas injustamente ou de forma desagradável pelas pessoas que as rodeiam. Pensam que estão recebendo muito menos do que merecem. E passam a culpa do que as ocorre somente nas pessoas e no mundo, sem se enxergar como sujeitos de suas próprias histórias.

E assim passam os dias lamentando as injustiças a que estão sujeitos, sentindo-se mal amados, mal interpretados, e desvalorizados.

Algumas pessoas pensam que os recursos não são suficientes e que não há riquezas para todos, mas isso não é verdade. Quando a vida não está prosperando como gostariam ou quando as finanças não vão bem, algumas pessoas têm uma tendência muito desagradável de se tornar egoísta porque só olham para o próprio problema e, assim, ficam só querendo receber e não doam nada.

No final das contas, acabam constatando que isso mesmo. A falta de cooperação e o egoísmo são o que elas encontram pela vida. Só encontram aquilo que têm dentro de si mesmas e que, de alguma forma, cultivam.

Mas, felizmente, também existem aquelas pessoas que fazem o contrário, que estão dispostas a ajudar o outro sem interesse, sem pensar no que podem ganhar em troca. E, para estas, as coisas funcionam do mesmo jeito. Tudo que elas são em seu interior é o que atraem para si.

Quando oferecemos ajuda, o nosso ganho é muito maior do que o de quem foi ajudado.  Neste momento, colocamos em andamento uma grande engrenagem de energia do bem, que vai se espalhando à medida que é passada adiante. Pode ser que não recebamos ajuda daquela mesma pessoa a quem ajudamos, mas o universo se encarregará de prover a nossa necessidade.

 

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Eunice Villaça

Eunice Villaça

Master coach com especialização em emagrecimento e Programação Neurolinguística pelo Instituto Edson Burger. Descobri o coach na luta contra a balança e percebi que o emagrecimento era apenas a ponta de um iceberg de possibilidades que estariam por vir na minha trajetória.
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Master coach com especialização em emagrecimento e Programação Neurolinguística pelo Instituto Edson Burger. Descobri o coach na luta contra a balança e percebi que o emagrecimento era apenas a ponta de um iceberg de possibilidades que estariam por vir na minha trajetória.